O objeto original é uma chave de fenda (da aluna Ynaiá Benites). Eu o transformei em um recipiente de gloss. Dentre os 5 números que escolhi aleatoriamente, as três operações que selecionei para aplicar foram as seguintes: 7- divida em partes 8- subtraia elementos 18- rompa a unidade do objeto Este é o desenho que mostra meu processo criativo de concepção do novo objeto a partir da chave de fenda: E esta é a ilustração de seu uso (armazenar e aplicar o produto de maquiagem):
Para mim, o filme foi um retrato de como o espaço nos molda e de como nós moldamos o espaço. Com apenas 24 horas na casa de alguém, os entrevistados já conseguiam especular sobre seu gênero, profissão, cor de cabelo, estado civil, altura, hábitos alimentícios, idade, gostos e interesses... Foi fenomenal ver como o espaço do lar faz parte de quem somos. Fiquei pensando em como minha casa (principalmente meu quarto) é uma parte de mim, uma extensão de mim. De certa forma, exteriorizamos quem somos em nossa moradia. Gostei muito da frase "Cada detalhe é uma história." (apesar de ter sido usada num contexto de estigmatização das maneiras como homens e mulheres ocupam e decoram o local que habitam). Me chamou atenção a questão do "sentir-se em casa" - a moça do primeiro clipe mencionou até mesmo a sensação de "opressão". Isso me lembrou de um documentário que vimos para a matéria de urbanismo, chamado "Realengo: Aquele Desabafo!", que mostra a insatis...
Documentário interessantíssimo! Nunca tinha parado para pensar como a invenção da câmera mudou completamente o mundo da arte, já que o significado e a mensagem das pinturas passaram a ser transportáveis em uma escala inédita, sendo deslocados de seu contexto único. Como dito e exemplificado pelo narrador isso permite, ao mesmo tempo, uma manipulação da informação das obras através de sons, recortes e até mesmo por conta de imagens que vemos antes e depois, e, por outro lado, uma grande acessibilidade à pintura que não era possível antes. O que mais gostei foi quando foi mostrada uma pintura e, em seguida, lido o que um livro de arte dizia sobre ela, pontuando que era como se o autor sentisse medo de que o observador interpretasse o quadro diretamente e atribuísse por si mesmo os significados a ele. Pessoalmente, sempre pensei na arte dessa maneira "desmistificada", porque acho que o mais legal é relacioná-la com minhas experiências e fazer sentido de seus símbolos dentro de ...
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