Para mim, o filme foi um retrato de como o espaço nos molda e de como nós moldamos o espaço. Com apenas 24 horas na casa de alguém, os entrevistados já conseguiam especular sobre seu gênero, profissão, cor de cabelo, estado civil, altura, hábitos alimentícios, idade, gostos e interesses... Foi fenomenal ver como o espaço do lar faz parte de quem somos. Fiquei pensando em como minha casa (principalmente meu quarto) é uma parte de mim, uma extensão de mim. De certa forma, exteriorizamos quem somos em nossa moradia. Gostei muito da frase "Cada detalhe é uma história." (apesar de ter sido usada num contexto de estigmatização das maneiras como homens e mulheres ocupam e decoram o local que habitam). Me chamou atenção a questão do "sentir-se em casa" - a moça do primeiro clipe mencionou até mesmo a sensação de "opressão". Isso me lembrou de um documentário que vimos para a matéria de urbanismo, chamado "Realengo: Aquele Desabafo!", que mostra a insatis...
Gente... eu tentei. I tried so hard. Nunca dei tanto de mim pra um trabalho de escola (no caso agora é faculdade né) na vida. Mas olha... QUE TREM DIFÍCIL! Com certeza, para mim, foi a atividade mais complicada até agora. Além do desafio enorme de aprender a lidar com as ferramentas do Photoshop (só deus sabe a raiva que passei pra conseguir colocar o texto nas formas), acho que minha criatividade morreu essa semana. Eu simplesmente não conseguia pensar em um jeito interessante de arranjar as palavras por nada nesse mundo :/// Para vocês terem uma ideia, essa foi minha primeira tentativa (que eu levei QUATRO horas pra fazer): Ficou parecendo um convite de aniversário/casamento super barango...... Tô morrendo de vergonha de mostrar! kkkkkkk mas é só pra vocês olharem com um pouco mais de carinho pra versão final, que é essa daqui: Para fazê-la eu me inspirei na temática floral da minha colagem digital anterior e nas formas circulares da lâmpada da Marina, que formavam a composição ...
Comentários
Postar um comentário